Empresário, autor e especialista em saúde mental. André Lourenço chega ao debate público com experiência prática, obras publicadas e projetos de lei escritos para transformar cuidado em política pública.
Eu não cheguei até aqui por acaso.
Minha história não começou na política.
Começou muito antes, quando decidi dedicar minha vida a pessoas que estavam sofrendo e a famílias que muitas vezes não sabiam mais a quem recorrer.
Há quase três décadas, minha caminhada tem sido marcada pelo contato direto com a dor humana, com a saúde mental, com a dependência química, com a depressão, a ansiedade, o autismo, a esquizofrenia e tantas outras situações que podem transformar completamente a vida de uma pessoa e de sua família.
Foi nesse caminho que aprendi uma das maiores lições da minha vida.
Antes de qualquer tratamento, existe uma pessoa. Antes de qualquer diagnóstico, existe uma história. Antes de qualquer problema, existe alguém que precisa ser acolhido.
Foi por isso que fiz do acolhimento a ponte para a superação.
Eu escolhi cuidar.
Ao longo dos anos, não quis apenas falar sobre saúde mental.
Quis estar perto de quem precisava.
Quis compreender as famílias.
Quis buscar soluções.
Quis criar caminhos onde muitas vezes só existiam portas fechadas.
Minha experiência me mostrou que saúde mental não pode ser tratada como um assunto secundário.
Está entre pessoas que sorriem todos os dias enquanto enfrentam uma batalha que ninguém consegue enxergar.
E foi convivendo com essas histórias que compreendi que cuidar da saúde mental é cuidar da própria sociedade.
Minha missão nunca foi apenas profissional.
Com o passar dos anos, percebi que algumas experiências não podem ficar restritas a uma sala de atendimento ou a uma instituição.
Precisam chegar à sociedade.
Precisam transformar políticas públicas.
Precisam alcançar escolas, famílias, municípios e comunidades.
Foi assim que vieram os livros, os projetos, as propostas e a busca permanente por novas formas de levar informação e esperança para quem precisa.
Cada pessoa atendida deixou alguma coisa em mim.
Cada família me ensinou alguma coisa.
Cada história difícil aumentou ainda mais a minha convicção de que ninguém deveria enfrentar sozinho aquilo que já é difícil demais para suportar.
Então veio a política.
Não entrei na política porque precisava dela para sobreviver.
Entrei porque entendi que algumas mudanças exigem instrumentos que somente a vida pública pode oferecer.
Durante muitos anos, pude cuidar de pessoas diretamente.
Mas percebi que também era possível lutar para mudar estruturas.
Dar voz a quem muitas vezes não consegue chegar aos espaços onde as decisões são tomadas.
Foi nesse momento que compreendi que a política poderia ser uma extensão da minha missão.
Eu não quero mudar quem eu sou para entrar na política. Quero levar para a política aquilo que construí antes dela.
Não sou político, estou político.
Essa frase representa muito do que acredito.
Não quero fazer da política uma profissão permanente.
Quero fazer dela um instrumento de serviço.
Não quero depender do poder.
Quero ter liberdade para fiscalizar o poder.
Não quero ser representante de grupos que esperam algo em troca.
Quero representar pessoas.
Não acredito que o cidadão deva receber alguma coisa para entregar seu voto.
Voto não tem preço. Voto tem valor.
E acredito que uma relação verdadeira entre representante e população precisa começar pela liberdade.
Acredito na política que presta contas.
O dinheiro público pertence ao cidadão.
Uma obra anunciada precisa sair do papel.
Uma emenda precisa chegar ao destino.
Um recurso precisa produzir resultado.
Uma promessa precisa ser acompanhada.
E quem recebe a responsabilidade de administrar dinheiro público precisa saber que também será fiscalizado.
Por isso, acredito em uma política que não aparece somente durante a eleição.
Quero que a tecnologia e a inteligência artificial sejam utilizadas para ajudar a fiscalizar obras, licitações, contratos e recursos públicos.
Quero que a população consiga saber onde o dinheiro está sendo aplicado.
Quero uma política em que o cidadão não seja lembrado apenas quando chega o dia da eleição.
Acredito que a escola também precisa cuidar.
Uma criança não chega à escola apenas com um caderno.
Ela chega com uma história.
Por isso defendo uma escola que ensina, mas também acolhe.
Minha proposta de uma escola que cuida nasce justamente dessa convicção.
Educação e saúde mental precisam caminhar juntas.
Acredito que também precisamos cuidar de quem cuida.
Existem pessoas que passam a vida cuidando dos outros e acabam esquecendo de cuidar de si mesmas.
Também quero olhar para essas pessoas.
Porque quem protege a sociedade também precisa ser protegido.
Quem cuida também precisa ser cuidado.
Minha fé faz parte da minha caminhada.
Minha história também é uma história de fé.
Eu acredito que Deus esteve presente em momentos que mudaram minha trajetória.
Acredito que algumas portas se abriram quando eu não imaginava que seria possível.
Acredito que algumas pessoas chegaram à minha vida no momento certo.
E acredito que propósito não é apenas aquilo que queremos fazer.
É aquilo que sentimos que fomos chamados para fazer.
Minha fé não me coloca acima de ninguém.
Ela me lembra justamente do contrário.
Que servir é mais importante do que ser servido.
Que cuidar é mais importante do que aparecer.
Que caráter é mais importante do que cargo.
E que nenhuma posição pública pode ser maior do que os princípios que nos trouxeram até ela.
Minha família também faz parte dessa história.
Nenhuma caminhada é construída sozinho.
Existem pessoas que estiveram ao meu lado nos momentos bons e nos momentos difíceis.
Existem histórias, renúncias, perdas, aprendizados e recomeços que não aparecem em uma fotografia ou em uma propaganda.
Por trás de qualquer pessoa que decide assumir uma responsabilidade pública existe uma vida inteira.
E eu não quero esconder a minha.
Quero que as pessoas conheçam o homem antes do candidato.
Conheçam a história antes do número.
Conheçam o propósito antes do cargo.
Eu não prometo resolver tudo.
Seria desonesto dizer isso.
Nenhuma pessoa consegue resolver sozinha os problemas de um estado ou de um país.
Mas existe algo que eu posso prometer.
E, acima de tudo, vou continuar acreditando que a política pode ser utilizada para servir, e não para se servir.
Minha história ainda está sendo escrita.
Tenho consciência de que tudo aquilo que vivi até aqui não representa o fim da minha caminhada.
Representa preparação.
Foram anos de trabalho.
Anos de aprendizado.
Anos de erros e acertos.
Anos ouvindo pessoas.
Anos enfrentando problemas que muitos preferiam não enxergar.
Hoje, olho para trás e percebo que cada etapa me trouxe até aqui.
A saúde mental me ensinou a acolher.
As famílias me ensinaram a perseverar.
As dificuldades me ensinaram a não desistir.
A fé me ensinou a continuar.
E a vida pública me colocou diante de uma responsabilidade ainda maior.
Meu propósito é servir.
Não quero ser lembrado apenas por um cargo.
Essa é a minha definição de sucesso.
Se um dia perguntarem quem é André Lourenço, eu gostaria que a resposta fosse simples.
E é alguém que acredita que ainda podemos fazer diferente.
Porque eu não acredito que a nossa história esteja determinada.
Esse é o meu propósito.
Minha caminhada começou muito antes da política.
E, independentemente de qualquer cargo, ela continuará tendo o mesmo sentido.
Servir ao próximo.
Cuidar de quem precisa.
E fazer do acolhimento a ponte para a superação.
Essa é a minha história.
Esse é o meu compromisso.
Esse é o meu propósito.
André Lourenço não vem da política tradicional. Sua trajetória foi construída na prática, à frente de uma atuação dedicada à saúde mental, ao acolhimento de famílias e à construção de soluções para pessoas que enfrentam crises reais.
Com 27 anos de experiência na área, André une visão empresarial, produção intelectual e compromisso público para defender uma pauta que o Brasil não pode mais tratar como secundária: saúde mental com estrutura, prevenção e políticas públicas que funcionem.
Inteligência artificial para prevenir desperdícios, acelerar obras e proteger o dinheiro público.
Inteligência artificial para prevenir desperdícios, acelerar obras e proteger o dinheiro público
O Robô Fiscaliza Brasil será uma plataforma nacional de fiscalização preventiva, baseada em inteligência artificial, análise de dados, georreferenciamento, automação de documentos, imagens de satélite, registros fotográficos e acompanhamento presencial.
O projeto acompanhará todas as etapas da aplicação dos recursos públicos, do planejamento e da licitação até a conclusão, entrega e manutenção da obra ou do serviço contratado.
A tecnologia não substitui os agentes públicos, os fiscais de contrato, os vereadores, os Tribunais de Contas, as Controladorias ou o Ministério Público. Sua função é ampliar a capacidade de fiscalização, identificar rapidamente situações de risco, organizar evidências, emitir alertas e permitir que as providências sejam tomadas antes que o prejuízo se consolide.
PLANEJOU → LICITOU → CONTRATOU → INICIOU → ACOMPANHOU → ALERTOU → CORRIGIU → CONCLUIU → ENTREGOU → FISCALIZOU A UTILIZAÇÃO
O Robô Fiscaliza Brasil será uma ferramenta de prevenção, transparência e eficiência. Seu objetivo não será perseguir pessoas, empresas ou governos. Seu objetivo será proteger o interesse público, impedir desperdícios, acelerar soluções e garantir que o dinheiro destinado a uma obra seja efetivamente transformado em benefício para a população.
Saúde mental deixou de ser uma pauta distante. Em Pernambuco, os números revelam uma emergência silenciosa que atinge crianças, trabalhadores, famílias e municípios sem estrutura de cuidado.
Para André Lourenço, esses dados não são apenas estatísticas. São sinais de um país que precisa transformar sofrimento em prioridade pública, com prevenção, atendimento e políticas concretas.
Cada projeto foi estruturado com objetivo, justificativa e caminho de aplicação. São propostas que nascem da experiência prática de quem atua há décadas na saúde mental e conhece de perto as falhas que o Estado ainda não conseguiu resolver.

Psicólogo gratuito e sigiloso para trabalhadores CLT em empresas com 50+ funcionários.

Serviço de saúde mental obrigatório em municípios com 15 mil+ habitantes.

Atendimento psicológico emergencial por telefone e WhatsApp, sem interrupção.

Reconhecimento e financiamento federal de quem atua no terceiro setor.

Portabilidade do histórico de tratamento ao trocar de emprego.

Psicólogo nas escolas públicas, protocolo de bullying e proteção digital para menores.

Suporte psicológico em até 72h para mulheres com medida protetiva e famílias de vítimas.

Fim dos radares-armadilha, transparência e destinação correta da arrecadação.
Ao longo de sua trajetória, André Lourenço transformou vivência, estudo e atuação prática em livros que ampliam o debate sobre saúde mental, comportamento humano, superação e políticas de cuidado. Cada obra carrega uma mensagem de reflexão, acolhimento e mudança real.
André Lourenço está disponível para entrevistas, podcasts, eventos e agendas institucionais sobre saúde mental, políticas públicas e projetos de transformação social.
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